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Programação do 62º seminário do GEL


62º SEMINáRIO DO GEL - 2014
Título: Ensino de Inglês para Cegos
Autor(es): Sueder Santos de Souza. In: SEMINÁRIO DO GEL, 62 , 2014, Programação... São Paulo (SP): GEL, 2014. Acesso em: 25/02/2024
Palavra-chave Letramento, Letramento, Língua Extrangeira
Resumo

Apesar do MEC ter lançado alguns programas em prol da inclusão como o Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade (2003 a 2007), o Programa de formação continuada de professores na educação especial – modalidade à distância, (2010) (MELLO, 2011) e o Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais que disponibilizou (2005 a 2008); de publicações como Diretrizes para a educação especial na educação básica (2001) Orientação e Mobilidade: Conhecimentos básicos para a inclusão do deficiente visual (MACHADO et al. 2003); e de livros como Ensaios pedagógicos: construindo escolas inclusivas (BRASIL, 2005, 2006a); Saberes e Práticas da inclusão (BRASIL, 2006c) ao trazer orientações para os docentes de diversas disciplinas, especificamente para a comunidade cega ou de baixa visão, permanece uma lacuna legal e científica para um bom trabalho com a língua estrangeira (DANTAS, no prelo, p.15). Podemos perceber, portanto, que há um movimento governamental a favor da implementação do novo paradigma de inclusão nas escolas, mesmo que, na prática, toda iniciativa desse ideal ainda dependa de investimentos e ações concretas dentro da sala de aula, especialmente dentro das de línguas estrangeiras.Sabemos que, embora haja indicações em documentos, tais como Declaração de Salamanca, Convenção de Guatemala e LDB, para que incluamos, nos cursos de licenciaturas, disciplinas que contribuam para a formação de professores no que diz respeito aos novos saberes com relação inclusão de alunos com necessidades especiais e novas práticas profissionais, ainda há poucos espaços em nível superior que propicie o desenvolvimento dos alunos em pré-serviço.Necessitamos investigações na área de ensino/aprendizagem e tecnologia, especialmente com a população de deficientes visuais para que possamos não somente incluí-los, com sucesso, nas escolas, mas para aumentar e melhorar seu capital social para que eles possam ser bem sucedidos em uma economia global baseada em informação (GIBSON, S.E., 2011, p. 2). É nosso dever enquanto educador de proporcionar a pessoa com deficiência visual uma maior independência, qualidade de vida e inclusão social através da melhoria de suas comunicações, habilidades de aprendizado, empregabilidade e convívio com a família e sociedade. Devido a essas necessidades de investigação, de novas metodologias, de formação profissional docente, é que através deste projeto, iremos expor nossa experiência de docência em língua inglesa para cegos, bem como o projeto em andamento.